A Dama do Benfica Dexaketo Textos

A Dama do Benfica – Capítulo 6

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Após o atendimento, ela me confessou que começou a fazer programas porque achava divertido sentir prazer em dar prazer as pessoas , então, passou a cobrar por isso devido a alta procura. Porém tudo mudou quando ela conheceu um cara que prometeu dar um “up” na carreira dela, encontrando novas pessoas para a contratarem. Ela começou a chorar, porque ele era, na verdade, um cafetão profissional, que suga quase tudo o que ela ganha, e que por mais que ela tente fugir ou parar com os programas, ele a encontra e a ameaça. Ela não entendia porque estava me confessando aquilo. Eu a olho e a beijo, mas um beijo não só com prazer, mas com muito carinho. Ela rir e diz que fez muito bem em me atacar, ela sabia que coração dela não a enganaria. Ela se levanta da cama e exclama que tudo estava bom, porém ela tinha outro atendimento, e se ela não fosse, ela apanharia do cafetão. Eu aceito sua ida, mas digo que to nem aí se ela é acompanhante ou não, que eu a queria ver na UFC, que eu queria conversar com ela no RU, que não queria só ser atacado. Ela sorrir e disse que ela estava punida e não queria colocar a vida de ninguém em risco. A Dama do Benfica vai embora, mas só fisicamente, porque ela não saía da minha cabeça, e agora arrisco dizer que do Coração.

No dia seguinte, João me encontra com um ardor no rosto, eu pergunto o que houve. Ele disse que descobriu com o que José ganhava dinheiro. Eu falei que ele era dono de uma distribuidora de alimentos. João rir e disse que ele era dono de uma distribuidora de B*****. Eu disse que não entendi. João pede para eu falar com a menina que contratei no dia anterior, e citar o nome de José. Eu não estava acreditando que um cafetão estava querendo casar com minha irmã . Eu esperei para ver o que devia fazer.

Na hora do almoço, Leazinha fez o que eu pedi na noite anterior e foi almoçar comigo no RU. Eu confesso que queria apenas um bom papo entre duas pessoas, porém eu precisava perguntar sobre José. Ela fica trêmula e tenta fugir, mas peço que ela não vá e diga tudo porque José era namorado da minha irmã. Ela, então, suplica que eu a salve, pois ele a faria de p***. Eu pergunto se ela sabe aonde ele morava, ela disse não, pois ele nunca contou, mas no dia do encontro deles, o primeiro, eles se encontraram num motel “chiquetoso” na Aldeota. Eu agradeci demais por ela me confessar. Ela diz desesperada que ele nem podia imaginar que ela tinha dito tudo para ele. A gente se levanta da mesa, eu a abraço e prometo que nada de ruim iria acontecer com ela.

Já era noite, eu tinha voltado pra casa, porque não tinha achado nada contra José. Porém, o destino quis me ajudar. Luiza me chamou para visitá-la. Me questionei internamente se o pilantra estaria com ela, mas não perguntei nada, apenas fui.

Ao chegar no apartamento de Luiza, o desgraçado estava lá. Ele esboça um sorriso e pede para mim a mão da minha irmã. Isso mesmo que você está lendo, aquele cafetão dos infernos queria se casar com minha irmã. E agora?

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