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Entrevista com Stephany Lopes

Nossa Entrevistada de hoje é a maravilhosa e divina Stephany Lopes. Miss Plus Size, Musa do Ferroviário Atlético Clube e uma cantora nata, nossa querida amiga nos deu uma entrevista sublime, que agora vocês se alegram ao ler.

Como apareceu a oportunidade de ser Miss Plus Size Ceará?

Uma seletiva nacional, com milhares de meninas de todos os estados. E no Ceará, na seletiva estadual, eu fui a coroada. E pra mim é uma grande honra ter sido escolhida por pessoas competentes e de prestígio no ramo em meio a tantas mulheres lindas e talentosas.


O que ser Miss Plus Size Ceará trouxe para sua vida?

Eu trabalho na área como modelo desde 2014, mas ser Miss Ceará Plus, além de me abrir muitas portas profissionalmente e na mídia, me deu muito mais consciência sobre auto estima, sobre auto cuidado, amor próprio e claro, me sinto sempre no dever de espalhar essa palavra, da aceitação e do amor por si mesma para todas as mulheres, não importando altura, cor, peso, nada. Nós somos perfeitos como somos, o império do mercado da beleza tenta nos convencer do contrário e o que eu puder fazer pra ir contra isso, farei com prazer.


Você sempre foi Musa da torcida do Ferroviário, o que espera da equipe nesta temporada?

Sempre fui musa? Hahaha. Eu tenho muito orgulho e me sinto extremamente honrada por ter recebido esse título da torcida do time que eu tanto amo, até brinco, pois é algo que realmente me deixa muito feliz! Que responsabilidade! Sobre a atual temporada, eu espero o que todos nós, torcedores do Ferrão, esperam… Resultados. Infelizmente o que estamos recebendo não é muito animador quanto estávamos esperando, mas eu como uma fanática pelo time e entusiasta do futebol no geral, escolho sempre acreditar no melhor. No futebol tudo é possível e eu assino embaixo!


Elzir Cabral, PV ou Castelão? Porquê?

Ahhhh! Cada um tem sua mágica… Quantos momentos importantes eu já vivi em cada um desses estádios. É bem difícil dizer um. No Elzir Cabral vi meu primeiro jogo do Ferroviário, na época que jogávamos papel higiênico no campo antes dos jogos. No PV, também vi muitos jogos na infância, assisti jogos emocionantes, viradas incríveis, já entrei em campo para sessão fotográfica pro Diário do Nordeste vestindo o manto, dei uma entrevista lá também. Momentos realmente inesquecíveis no PV. Vários jogos sozinha lá, na cara e na coragem, tudo por amar tanto esse time. No Castelão eu posso dizer que vivi os momentos mais marcantes pra mim. Nunca vou esquecer do Campeonato Cearense de 2017, a emoção do Ferroviário ter desbancado todos os times e ter ido pra final com o Ceará, infelizmente não ganhamos, mas ali eu vi aquele time renascer, time que anos atrás estava na segunda divisão do Campeonato Cearense, abriu muitas portas e nos trouxe muitas oportunidades. Já entrei em campo com os jogadores, já gritei, chorei, desmaiei. Posso afirmar que no Castelão vivi minhas maiores emoções com o Ferrão. São coisas inesquecíveis. Eu não consigo escolher um só! Mas o Castelão tem um lugar especial no meu coração, por tudo que já vivi lá com o Ferroviário.


Qual o seu maior sonho como torcedora?

Meu maior sonho é ver o time se manter, não perder o foco, crescer sempre. O Ferroviário tem momentos incríveis e inigualáveis que quase sempre antecedem uma apresentação pífia na temporada seguinte. Mas eu espero que ele mantenha a constância e quero ver esse time chegar na Série A do Brasileirão de novo e quiçá, sendo campeão brasileiro! Sonho com isso e sonhar não custa nada. Se Deus quiser e o time focar, é possível. Como eu disse anteriormente, no futebol tudo é possível! E a torcida do Ferroviário sabe mais do que ninguém que essa afirmação é real, um grande exemplo foi a espetacular virada do Ferrão na Ilha do Retiro em 2018, em 10 minutos, tudo mudou.


Quando a música entrou na sua vida?

Acho que eu nasci já com a música nas veias. Cresci cantando nos karaokês de família e logo após, em concursos. Desde a infância sou apaixonada por Beatles, um amor que me acompanha até hoje. Uma vida inteira. Sempre cantei, é o que eu amo. Profissionalmente comecei a cantar em 2018 e sigo até hoje.


O que a Música já agregou em sua vida?

A música já me ensinou muita coisa. Me ensinou sobre amor, sobre a indiferença, sobre a raiva, a calma. Me deu sempre gás para buscar aprender novas técnicas vocais, expandir o repertório, e sempre, cantei com amor e com a minha alma. Já me abriu muitas portas, já me deu muitas amizades, muitas oportunidades também. A música sempre ensina, a mim, a você, a todos nós. Basta além de ouvir com os ouvidos, sentir com a alma.


Carreira Profissional, pretende seguir?

Meu foco na carreira profissional é a psicologia. Paralelamente, quero continuar com a carreira de cantora e modelo, eu sou artista, tenho alma de artista e eu nunca vou negar minhas raízes e a cor da minha alma. Sempre conciliarei as três carreiras. Eu amo às três.


Defina Stephany em poucas palavras

Wild Honey Pie. Interpretem como quiser. Mas essa é a Stephany.

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