Letra
Ecoam tambores na ribeira
Toré que clareia o fundo do rio
Desperta o sobrenatural
A chama ancestral que o tempo luziu
E no banzeiro vai descendo o rio mar
Renasce no sagrado de Anhum
Melodia incomum
Satere Mawé
O meu sangue é Haussá
Eô… Eô…
HEY AH HEY
Encantaria quando vibra os Maracás
Eô… Eô…
HEY AH HEY
O meu batuque é Caiapó, é Carajá
Deságua em romaria
A fé infinita, um pranto que rola
Nossa Senhora do Carmo
Na vida, o sagrado que se renova
Me chamam menino David
A voz de Parintins, dos caboclos em festa
No azul das estrelas do céu
No vermelho cinzel dessa linda aquarela
Mostrando ao mundo meu valor
O brilho e a expressão da minha cor
Perreché Tupinambá… Auê Auá
Perreché Tupinambá… Auê Auá
A minha voz, treme terra na floresta
Cidade Líder vai incorporar



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