Antes de tudo é necessário relembrar que o CBI é um torneio de base, onde o mais importante é o aprendizado e o intercâmbio, visto a oportunidade de enfrentar equipes de todo o Brasil. Além disso, eu preciso dizer uma coisa – Eu acredito demais nessas meninas! Sei o quanto elas podem, e ainda irão arrebentar em seu ciclo na base e até no profissional, sou um babão assumido do time feminino desde 2017, e desse time, não é diferente.

Porém é necessário afirmar, foi uma campanha que me fez chorar, pois é impossível não chorar com um rebaixamento, principalmente, ao saber que esse time, pela qualidade que tem, não merecia ter esse destino. Foi um pecado cair para o Acesso!
Logo, esquecer o rebaixamento não é o caminho, ao contrário, usá-lo como motivação é o correto. Como falei antes, essas meninas são craques, e irão fazer grandes CBI’s ainda, de preferência, com a camisa do BNB. Elas estão sob orientação de uma das melhores treinadoras do Brasil, Carol. Então não há o que duvidar do que elas são capazes.
Por vezes, derrotas como ocorreram, ensinam mais do que os títulos. Ficar triste ou com raiva, faz parte do processo… não se deve gostar de perder, e nós sabemos que ninguém nesse time tem chamego com a derrota. Logo, se veio o resultado à contra-gosto, que fiquem as lições, os aprendizados, o famoso “ganhar casca”, e não só para o vôlei, mas para a vida.
Chorei, choro e chorarei por qualquer rebaixamento, mas sei que o caminho inverso, é muito possível. Que venha o acesso em 2027, não faltará determinação e qualidade para se buscar a promoção. Eu nunca duvidarei de um time que tem Carol como treinadora e que tem essa ótima geração de atletas! Dias difíceis formam pessoas mais fortes, e sim, elas sairão bem mais fortes dessa!


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