Leazinha era uma mulher com seus 25 anos. Depois de uma adolescência até meio depravada, aonde beijava e transava com quase todos os meninos e meninas do colégio, ela se tornou uma adulta responsável com os afazeres domésticos e profissionais, mas na vida romântica e social, era bem desleixada.
A última saída com as amigas havia sido antes da Pandemia, o último beijo havia sido no banheiro da escola, com ainda 17 anos, com uma menina que vivia dizendo que ia ser freira. Leazinha estava na seca, mas nem havia percebido, foi se tocar ao ver um balão de perguntas de uma amiga nos stories do instagram.
Um certo dia, resolveu voltar a ser a Leazinha da adolescência. Saiu 1 hora mais cedo do trabalho, foi para praia, mas não para curtir a maré ou surfar, mas para ver se pegava alguém. Ela nem sabia mais como dar cantada ou coisa do tipo. Ela estava enferrujada, mas ela iria beijar na boca.
De repente, quando tudo parecia certo, uma chuva, daquelas bem forte surgiu. Leazinha apenas sorriu ao ver a multidão fugindo da praia. Entretanto, Luiza estava ali, sentada na areia, curtindo a chuva e sorrindo. Leazinha localizou a vítima e foi ao ataque.
Com um guarda-chuva em mãos (porque sempre aparece vendedor de guarda-chuvas nessa hora, esse até aceitava PIX), Leazinha se aproximou de Luiza e perguntou se ela queria sair do meio da chuva. Luiza sorriu e disse que só sairia se Leazinha a beijasse. – Ora, na hora! – Exclamou, Leazinha. Beijão daqueles grande e com muita língua.
Depois do beijo, as duas começaram a conversar e entender que beijar era bom, principalmente, quando as duas pessoas estavam afim de sair da seca.
Leazinha, finalmente, voltou a beijar. Ufa! Pensei que ela ia sofrer o mesmo martírio desse autor.



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