Leazinha e a lua era um caso especial! Nada era mais encantador e deslumbrante para a nobre senhorita, ao qual meu coração quisera apaixonar-se de maneira leviana.
Todas as noites, quando o destino a demonstrava sentimentos impulsivos, coisas que a noite é capaz de explodir, era na lua que Leazinha encontrava a paz que devolvia a calmaria ao seu coração.
Uma certa vez, sentados na areia, ela me confessou o desejo de ser igual a Lua – Linda, deslumbrante e dona da noite. Com aquele sorriso que a lua admirava, fiquei tonto e apenas fiquei com ela, o que ela fazia com a lua.
Noites passaram, dias também, até que Leazinha seguiu sua vida bem distante da minha. Até hoje, não sei o que aconteceu, se ela é feliz, triste, se vive na Terra ou conseguiu ir para Lua, mas quando quero encurtar a distância daquela que tinha meu coração, eu olho para lua e suspeito que ela está a admirando.
A única certeza que tenho na vida – A bela Luna nunca será tão linda quanto aquela que a admira.



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