Era uma noite qualquer, em uma cidade qualquer, em um espaço de tempo qualquer. Em meio à tanta imprecisão, temos Leazinha. Uma moça qualquer, que estuda em uma universidade qualquer, que trabalha em algo qualquer e anseia por qualquer coisa em seu futuro.
Reacendendo essa questão, Leazinha comprou uma pizza de Calabresa naquela noite… Ops… Como assim? Não pode! Devolva a pizza, Leazinha! Essa pizza tem que ser uma pizza qualquer. A mocinha ri do narrador da história, visto o meu desespero em ela quebrar a lógica do enredo. Mas tudo bem! Vou relevar, não sou Walcyr Carrasco.
Com sua pizza de Calabresa já aberta e com um pedaço na boca, Leazinha liga a TV e assiste um jogo q… da Seleção? … Não, Leazinha! Pelo amor de Deus! Para de definir as coisas, a novela é uma QUALQUER, não pode ter definição… Ela ainda me dá um sorrisinho! Você é minha personagem, eu sou o eu-lírico, eu que mando! Como assim, tu não vai me ouvir? Pois destá, sou pior que a Manuela Dias!
Leazinha, logo, se engasga com o pedaço de Pizza… vamos, se engasga, to mandando, para de comer a pizza, não coloca o Guaraná no Copo… Tu tem que se engasgar!! Chega, gente! Não dá para trabalhar com um personagem assim! Não faz nada do que mando!! Vou encerrar a história! Para de rir da minha cara, Leazinha!! Ri feito uma hiena!! Troço do meu ódio!
Encerramos essa história por motivo de viçagem da personagem principal!


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