Dexaketo

Simplesmente Gaiato

Opinião sobre Três Graças

Minha opinião sobre Três Graças é totalmente sem nenhuma credibilidade, pois eu fui um apaixonado por essa novela desde o primeiro capítulo. Gerluce Maria das Graças me conquistou desde o primeiro atraso à casa da Dona Cobra.

Depois de “Manias de Você” ser horrorosa e de “Vale Tudo” decepcionar o público (Eu gostei, só não dar para comparar com a original), “Três Graças” veio para ser o alívio para a Globo. Desde o remake de “Pantanal”, no início da década, uma novela não era tão amada! Motivos sobram para ela ter sido aclamada por público e crítica. A novela possuía enredo, elenco, direção e essência. Foi uma novela como “antigamente”, sem medo de ser novela, sem pressa, brincando com o público, com liberdade de ser novela antes de qualquer coisa. Sem muitas invenções, sendo basicamente perfeita. Sem inventar a roda, mas mostrando que a roda precisa ser redonda. INESQUECÍVEL!

Falando dos personagens, eu acredito, que desde Clara, em “O Outro Lado do Paraíso”, não tínhamos uma mocinha tão aclamada pelo público. Sophie Charlotte mostrou com sua Gerluce que mocinha bobona é uma pinoia. Até quando foi feita de trouxa, soube se sair com estilo. Uma mocinha que em outra atriz, provavelmente, não teria dado tão certo. Com certeza, Sophie será para sempre Gerluce, e Gerluce, para sempre estará no coração do público. Ela expropriou a estátua, mas roubou o Coração do Brasil. A Guerreira, a mãezona, a filhona, a namoradona, a dona da porra toda! Gerluce não foi só a protagonista, foi a alma da novela! Gerluce será inesquecível para quem ama Novela!

Murilo Benício largou “Manias de Você”, antes de começar, mas não largou Ferretti, e deu muito certo. Um vilão perfeito para odiar, no tom certo, sem excessos, e num compasso incrível de sintonia com Arminda. Aliás, Grazi ratificou o óbvio com sua primeira vilã. Arminda entrou para o hall das grandes vilãs de Aguinaldo Silva. O final da Arminda foi incrível, ela se matou na escada… Não! Ela não se matou, trolou o público e ainda roubou as Três Graças nos últimos segundos de novela.

A novela teve várias cenas inesquecíveis, mas a cena da Arminda levando o dinheiro na Nazaré (carro do personagem de Marcos Palmeira) e esse sendo espalhado pela Chacrinha, com o povo correndo atrás, incluindo Joaquim (Marcos Palmeira) e Ferreti, com Arminda loucona no volante, atropelando Lucélia (Daphne Bozaski) e batendo em um poste, foi daquelas cenas que ficam para a memória da teledramaturgia brasileira.

Poderia ainda falar de Paulinho, o eterno apaixonado por Gerluce, da “Delegacia do Amor”, do casal “Loquinha”, da “Quarta Graça”, que foi a bebê que mais viveu emoções, desde Bebê a Bordo, em uma novela, de Bagdá, do vicio do Kasper na estátua, do casal “Belo e Viviane”, ops, Misael e Consuelo, da conexão do Misael com o Joaquim, de Samira, de Dona Josefa, de Zenilda, de Rogério, do Pastor que era só pastor, mesmo toda a internet criando mil teorias contra o personagem de Enrique Diaz, de Vivi e sua irmandade com Gerluce e sua luta contra os remédios falsos, além da conversão do Leonardo, Vivi transformou o “Mini Ferretti” é um cara íntegro, o que o amor não faz, o Ferro Velho do Joaquim, dos assassinatos “meia-boca” que o Ferretti tentava realizar… Não dá para falar tudo! A novela foi incrível!

Obrigado, novamente, Aguinaldo Silva! Obrigado, Virgílio Silva e Zé Dassilva! Parabéns, Luiz Henrique Rios!

Três Graças terminou do jeito que toda boa novela termina, deixando saudades!… Clareou!

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