É teu corpo que desejo
Mesmo de tão longe
Sinto teu prazer
E tua vontade de mim
Sei que goza ao me ouvir
E que sabe que gozo ao te imaginar
Não importa a distância
Nos entregamos como o destino permite
Eu sei que geme falando meu nome
Enquanto teus dedos fazem inveja
Ao que tanto anseio te fazer
Covardia é nos submeter
A uma volúpia descomunal
Que não cessa e não passa nunca!


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