Ele era o rei naquele chão, mandava e desmandava, até aparecer Mané Galinha e dividir sua “autoridade” no morro. Em meio à guerra sangrenta pelo domínio da Cidade de Deus, ambos morrem, pelas mãos de menores. Zé Pequeno, o Rei, teve seu fim decretado por uma gang de pivetes que ele mesmo armou.


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