Dexaketo

Simplesmente Gaiato

Amores Plurais

No ventre do tempo, o amor se desdobra,
Em formas diversas, em luzes tão puras.
Uns chegam como brisas suaves, que sopram,
Outros, tempestades de dores futuras.

Há amores que assopram velas noturnas,
E aquecem os dias mais frios e escuros.
São fagulhas divinas, paixões sempre terna,
Mas também são brasas de sonhos obscuros.

Amores sem nome, talvez sem destino,
Que brotam no peito como flores no espinho.
São risos compartilhados, lágrimas vertidas,

Promessas guardadas, caminhos perdidos.
E mesmo quando partem, deixam seus vestígios,
Pois cada amor vive eterno em nossos gritos.

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