No pôr-do-sol, Lea chama por Leazinha e afirma que irá fazer a viagem. As duas se trocam rápido ali, cada uma ficou com a roupa da outra. Lea iria conhecer o futuro, enquanto Leazinha conheceria o passado. Elas se abraçam, Leazinha se despede de Lea, que desaparece em 1923 para reaparecer em 2023.
O choque de Lea é quase instantâneo! Ela estava perdida naquele laboratório. João, o colega de Leazinha, chega correndo na sala. Para ele, haviam passado alguns poucos minutos que Leazinha havia ido buscar sua antepassada. João cumprimenta Lea e dar uma miniaula do que era o futuro.
Enquanto isso, no passado, Leazinha começa a entender um pouco do que era viver numa sociedade aonde a comunicação não era tão rápida e valores eram extremamente impostos. A hipocrisia era a peça principal daquela história. As coisas aconteciam como em 2023, porém no silêncio.
Lea ver que em 100 anos, a evolução da comunicação era algo espantoso. Porém, para quem foi indigente, ver que pessoas ainda dormiam no relento, a maltratava.
No passado, já à noite, Leazinha se dirigiu aos aposentos de Lea para dormir. Ao deitar, percebe que o barão estava entrando. Leazinha deitada estava, deitada ficou, até que percebeu que o barão estava se despindo e que não buscaria a acordar. Quando ela o sentiu nu em suas costas, a molestando, ela pegou o travesseiro e o asfixiou. Para quem pretendia não mudar nada da história, antecipar a morte de um dos personagens principais em 6 anos foi decisivo. Ela resmungava por ter feito aquilo pela questão científica, porém ela não se arrependia de matar aquele abusador.
Na máquina, João recebe a mensagem que Leazinha havia alterado a história. Diante aquela situação, João pediu para Lea retornar ao passado e consertar o que Leazinha havia feito, se fosse possível. Lea sorri e diz…


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