Me emendo
No que acredito
Não desisto de mim
Pois sou o que me sobro
O caminho tem pedras
O muro tem cacos de vidros
Os dedos estão feridos
Mas eu insisto no que gosto
O mundo é uma barbarie
Mas o que sou
Se não um vestígio meu
Me Permiti acreditar no meu ego
Desobstrui aquela carga empenada
O mundo é meu, se Deus Quiser!


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