Vicente ergue a cabeça, vê seu homem de confiança rindo e batendo palmas. Carolina pergunta:
_Por que ri?
O asteca, totalmente orgulhoso pelo que havia feito, diz:
_Este idiota é muito ‘pato’! Ele acreditou que eu era seu fiel guerreiro. Ha, ha, ha! Fui a Tenóchtilan, busquei homens, que já renderam os seus. É o fim de seu povo!
Vicente ri com um ar cínico e afirma:
_Eu não sou maia, estou a defecar para esse povo, tudo um bando de politeístas que não conhecem Jesus. Quero que se explodam. Eu só peguei o poder para fazer Carolina de escrava. Quer o trono? Todo seu! Quer o fim dos maias? Deste batab? Vai, todo seu! Vou para o sul, vai que lá tem um povo mais civilizado.
Vicente vai embora, sem nenhum remorso!
O asteca já estava se sentando no trono, quando fora acertado por uma facada mortal nas costas. Foi Carolina, que ainda disse:
_Ele pode está a defecar, mas eu não deixarei você no poder. Desgraçado!
O asteca não resiste, agoniza e morre. Alessandra puxa Carolina e Guarniejez, para eles irem embora. Quando chegaram à saída da sede, eles veem Vicente rendido por outro asteca, que ordenou o regresso de todos para o salão do palácio.
O outro asteca ao ver o asteca líder no chão tentou matar os quatro, mas em uma rápida reação, Carolina e Vicente cravaram suas facas neste. Após este agonizar e morrer, eles correm. Guarniejez e Alessandra fazem o mesmo.
Ao chegarem ao lado de fora do palácio, Alessandra, Guarniejez, Carolina e Vicente pegam um dos veículos dos astecas mortos e fogem rumo ao sul. Quem venceu a guerra? Os astecas dominaram aquele batab e ampliaram seu domínio. Os maias estavam cada vez mais reduzidos.
Após algumas horas e com a noite já surgindo, os quatro resolvem parar. Alessandra, Guarniejez e Carolina estavam mais unidos que nunca, enquanto Vicente mais parecia um intruso. Alessandra faz uma fogueira e os quatro dormem ao redor desta. Eles não comeram nada naquele dia.
No dia seguinte, em torno das 5 da manhã, Vicente se acorda, entra na mata e vai buscar alimentos. Ele apanha alguns frutos e leva para o acampamento. Em torno de meia-hora ele regressou. Os outros ao se acordarem, mais ou menos umas 8 da manhã, se deparam com Vicente chorando. Alessandra achou estranho tudo aquilo. Vicente vira para os três e pede perdão por tudo o que fez no batab. Guarniejez e Alessandra o perdoam, Carolina não e afirma que o perdão de Vicente não ressuscitaria o Príncipe. Ela se retira dali. Instantes depois se escutam gritos de Carolina. Vicente e os outros adentram a mata.
Ao chegarem ao local dos gritos, viram Carolina sendo carregada por homens de pele branca e roupas distintas de maias e astecas, eram parecidos com soldados do futuro, um futuro além do de Guarniejez. Vicente não queria saber quem eram eles, não pensou duas vezes antes de atacá-los, armado com a faca, avançou em cima de um dos dois e cravou a faca. O outro lhe deu um tiro. Guarniejez se assusta e diz:
_Que arma estranha? Parecem com americanos! Isso não faz sentido!
Carolina aproveita a desconcentração do assassino de Vicente e lhe finca a faca nas costas. Vicente agonizando diz:
_Desculpa Carolina! Eu te amo!
Em seguida, Vicente morre. Carolina chora e …


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