RESUMO
O plasma convalescente é uma estratégia terapêutica promissora que pode ter benefícios em pacientes com COVID-19, apesar da segurança e eficácia não comprovadas. Embora os ensaios clínicos randomizados estejam em andamento, a tomada de decisão com relação à transfusão de plasma convalescente de pacientes que se recuperaram do COVID-19 deve seguir uma abordagem baseada em risco, na qual os riscos potenciais são minimizados em favor de benefícios terapêuticos ainda não comprovados. A Rede de Reguladores de Sangue da OMS e várias outras partes interessadas, como a Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue, recomendam a mitigação de risco para doenças transmissíveis por transfusão através da inativação de patógenos. No entanto, atualmente, não existem dados sobre o efeito dos métodos de inativação de patógenos ou criopreservação na estabilidade dos anticorpos neutralizantes do coronavírus 2 (SARS-CoV-2) da síndrome respiratória aguda grave.
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AUTORES:
Torsten Tonn
Victor M Corman
Matthias Johnsen
Anja Richter
Roman N Rodionov
Christian Drosten
et al.
Ano 2020
Revista The Lancet


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