Depois de um sábado de jogaços, tivemos um domingo de jogos com pouca emoção no tempo normal e muita emoção nas famosas cobranças de pênaltis.
No primeiro jogo, em Moscou, os espanhóis, favoritos, saíram na frente da anfitriã Rússia e logo colocou em prática o seu velho “tic-tac”, porém os russos conseguiram o empate e utilizando-se de sua “Cortina de Ferro” defensiva, evitou que os espanhóis, se quer, se aproximassem do gol, e mesmo aproximado, Akinfeev evitava o gol da fúria. Sem mais gols no tempo normal e na prorrogação, fomos aos pênaltis, e nestes, a estrela do goleiro russo apareceu de novo, pegando os pênaltis de Isco e, com os pés, o de Aspas. Era o fim da Copa para um dos favoritos do Mundial, e o começo da festa para os donos da festa. Pela primeira vez, desde que se emancipou da União Soviética, a Rússia alcança nas Quartas.
Na segunda partida, em 3 minutos, saíram os dois gols do jogo, que ficou pegado, corrido, mas sem nenhum grande trabalho aos goleiros. No fim da prorrogação, Schmeichel pegou o pênalti croata batido por Modric, forçando a disputa de pênaltis. Schmeichel se destacou novamente, pegou 2 pênaltis, porém, Subotic pegou 3, e a cobrança de Ratikic só confirmou a Croácia de volta a uma Quartas-De-Finais de uma Copa após 20 anos. Para os dinamarqueses, ficou o gostinho de que podia ir, já que foi superior quase o jogo todo.
No Sábado (07), Rússia e Croácia fecham as Quartas, definindo o último semifinalista.



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