Em 17 de Meazza de 500, tropas de Cê tentam invadir Xiz em território limítrofe no setor de Caluka. Como foi um ataque surpresa, as tropas xizanas foram massacradas pelos cesianos, que passaram a considerar parte do território de Xiz como seus.
Em contra-resposta, a Imperatriz Mariana Ximenez I decreta convocação geral para o exército xizano. Esse treinamento tem um período de 6 meses, enquanto este não ficava pronto, Xiz somente sustentava o seu território, evitando novas invasões.
Em 4 de Pelé de 501, uma guerra ocorre em Delon, mas dessa vez, Cê e Xiz não estavam envolvidos. Operários atacam surpreendente a sede de uma das províncias do Império de Delon. Esse ataque foi comandado por diversos líderes, onde o que se destacava Muriel Sosa. Esse ataque foi tão bem planejado que o Imperador Patrício Rodrigues, entrou em negociações com tais operários, que tinham o apoio de militares e burgueses locais. Patrício estava disposto a negociar tudo, pois o país estava afundado em dívidas com Xiz e estourar uma Guerra Civil não era um bom naquele momento, pois geraria gastos. Muriel e seus orientando de partido, pediram a independência de Carco (nome da Província). Imediatamente, Rodrigues I acelerou o processo com um decreto, e declarou a independência de Carco. Isso tudo em um único dia. Porém, Carco ficaria com parte da dívida com Xiz, aquela que era correspondente ao seu território, cerca de 10% da dívida total do Império. Sosa ao ser eleito presidente, traiu os sindicatos, se aliou a burguesia e Carco passou a ser aliado a Xiz em território delonês.
Voltando a história principal, a imperatriz Mariana I, afim de deter a força do exército de Cê, resolveu negociar território. Xiz iria invadir Cê pela primeira vez na história, porém o território passaria a ser do Marechal Odiriz Nam. Ou seja, cada trecho de terra adicionada de Cê em Xiz, era de Nam.
Em 503, Cruz tem desentendimento com Xiz e se alia a Cê, o mesmo ocorre com Noimo. Como vingança, Mariana negocia com Ortiz. Mariana levaria tropas xizanas a atacar territórios de Cruz, enquanto que tropas namesas iria atacar pelo Sul de Noimo.
Em 505, a guerra se intensificou em território noimês. Por alguns meses, Noimo, Cruz e Cê sumiram do mapa, tamanha ofensividade dos exércitos nameses e xizanos. A neutralidade dos 3 países de Delon incomodava, mas assim os 3 se mantiveram neutros durante aquele curto, porém intenso, período da história.
Em 510, em Calvânia, os líderes das potências resolveram assinar um acordo de paz. Naquele momento, o imperador de Cê, o descendente de Calvo estava morto. Os acordos foram definidos e Cemparimbu tinha um novo mapa. Xiz e Nam estavam absurdamente gigantes.

Após o acordo, Ortiz Nam resolveu dividir o poderio de seu império com sua irmã, Lorena Nam. Assim, ele controlaria o Nam localizado no setor de Caluka, enquanto Lorena controlaria o Nam localizado em Samami.
Ao fim, Noimo, Cruz e Cê voltaram a existir, porém com território bem menor que o anterior a guerra. Xiz ampliou seu domínio e poder, e o Grande Nam (soma dos dois Nam’s) passava a ser a segunda potência mundial. Cê voltava a ser República.
No próximo capítulo, os mil anos de domínio absoluto de Xiz.


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