Neorromantismo Última Poesia D Dexaketo • 01/03/2015 • 0 Comments E agora, João? O sonho acabou, a inspiração se desligou e a estrofe não terminou. A Última Poesia, a última que faço para ela, são os últimos versos de um reino destituído. São minhas últimas palavras para um sonho que não se realizou, um amor que existiu, mas só para o sofrimento. Acabou! THE END! A tristeza toma conta de mim e o choro não surge, apesar de tanta dor. Não eram essas palavras que pretendia escrever, não era dessa maneira, mas assim foi. Sei que errei, mas fui sincero a todo instante. Ainda não sou maduro suficiente para entender o que há em mim agora. O coração tá pequeno, a respiração tá difícil! … Nem versos saem direito. O que sobrou depois de tudo? Nada! O que surge depois de tudo? O medo. Arrisquei e busquei a felicidade, mas perdi a amizade. Estou sem ação … Poetas não nasceram para o amor, vivê-los nunca será destino. Os poetas nasceram para o desprezo de quem só faz versos e nunca conquista o que está escondido debaixo do peito! É o fim! Nada restou … As reticências sumiram e só um ponto final ficou. Compartilhe isso: Compartilhar no X(abre em nova janela) X Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook Compartilhar no Pinterest(abre em nova janela) Pinterest Compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail Imprimir(abre em nova janela) Imprimir Mais Compartilhar no Tumblr(abre em nova janela) Tumblr Curtir isso:Curtir Carregando... Related