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Viver o Carnaval, criar a vida: performance, política e artivismo nas ruas do Rio de Janeiro

RESUMO

Ocupar a rua; promover e participar de um desfile de bloco de Carnaval, no Rio de Janeiro, têm conotações políticas que remontam à própria história da cidade. O deboche e a ofensiva contra governos e outras formas de opressão aparecem nas músicas, fantasias, comércios paralelos de bebidas e comidas, sobretudo nos desfiles não oficiais, que costumam denunciar abusos no controle burocrático da festa e investidas mercadológicas com anseios de privatizá-la – por exemplo, parcerias público-privadas têm tomado de assalto a folia momesca. Mas não só isso: o jogo da performance no Carnaval, o ativismo pós-manifestações de 2013, as revisões históricas e de linguagem nos permitem tecer, acerca desse evento, possíveis considerações sobre a emergência de estéticas da existência numa nova configuração do campo das lutas identitárias, assim como das políticas partidárias, da condução das gestões públicas, do sistema capitalista e das questões gerais do (sobre)viver na cáustica realidade da cidade.

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Autora: Caroline Peres Couto

Ano 2023

Periódico: Horizontes Antropológicos

Ref:

COUTO, Caroline Peres. Viver o Carnaval, criar a vida: performance, política e artivismo nas ruas do Rio de Janeiro. Horizontes Antropológicos, v. 29, n. 67, p. e670409, 2023.

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