No último sábado (10), o Brasil se despediu um de seus maiores escritores e autores de novelas, Manoel Carlos.


Criador de tantos personagens, novelas e séries, foi o pai das tantas Helenas que entraram em nossas casas e nos comoveram com suas histórias.
Sempre mostrando a vida como é, ajudou o Brasil a mudar, provocando a sociedade a pensar e aos congressistas a alterarem a lei, surgindo o estatuto do idoso e a Lei Maria da Penha, impulsionadas por Mulheres Apaixonadas. Ou a doação de medula óssea que despontou no Brasil após a cena de Camila (Carolina Dieckmann) em Laços de Família. Falou a questão da acessibilidade em “Viver a vida”, sobre adoção em “Páginas da Vida” ou sobre o casamento gay em “Em Familia”.
O Leblon, a Bossa Nova, as histórias intrigantes, as filhas problemáticas, os amores, as traições, a hipocrisia social, as vilãs de Lilia Cabral e Regiane Alves, as várias Helenas de Regina Duarte, os vários amores de Helena em José Mayer, as impecáveis atuações que surgiram de impecáveis textos. O amor por um padre ou o amor por uma garota de programa. As intrigantes Maisa e Anita.
Um gênio que fez de sua arte um campo de influência. Se hoje, quase todos os folhetins desse blog tem uma Leazinha, a influência de Helena tem muito nisso.
Obrigado, Maneco!


Deixe um comentário