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Crítica sobre Dona de Mim

Iniciamos uma nova categoria de Posts no blog, vamos falar de algo que eu adoro – Novelas, e fazer outra coisa que também amo – Dar minha opinião, totalmente parcial. Iremos iniciar, com a novela que encerrou ontem: Dona de Mim

Novela do Horário das 7, exibida pela Globo por mais de 200 capítulos, Dona de Mim foi um teste para a maravilhosa Rosane Svartman, visto que foi programada para bem menos capítulos.

Para começar, digo: Gostei da Novela. Não foi uma novela que entrou para a história, não foi Uma novela que revolucionou o horário, mas nem sempre as novelas exibidas precisam ser novelas arrebatadoras, foi o caso de dona de mim, uma novela boa, que cumpriu o seu papel de elevar a audiência e ter uma história que lhe faz ir com a novela do início ao fim. Apesar de Leona Larissa a protagonista, brilhantemente feita por Clara Moneke, Ter sido questionada pelo amor excessivo à criança da qual ela não era nem familiar, mostra também o quanto a nossa sociedade está meio estranha no que se refere a amar , A gente não sabe amar , a gente é sempre associa Ele limita o amor a algo muito simples caso não foi. Leona não foi escrita para ser uma protagonista comum , ao contrário , é uma protagonista que errava, que acertava e tudo bem.

Entre os destaques da novela fica a atuação brilhante de Suely Franco, como a matriarca da família Boaz, a simpática Dona Rosa, nos envolvendo na questão que envolve o Alzheimer e ainda ser a responsável por uma família tão cheia de problemas. Também podemos falar de Elis Cabral na pele da sapeca Sophia, e do casal Kami e Rian, em uma atuação maravilhosa de Gi Lancellotti, nos mostrando toda a sua capacidade para o humor e em especial a estreia sensacional de L7nnon como ator, como rapper todo mundo sabe de seu potencial, mas como ator foi incrível merece estar em outras novelas, nem parecia que era estreante. Detalhe os finais de Rian e Kami foram os melhores. Tanto Rian voltando na cadeia para cantar, mostrando que a regeneração é possível, quanto Kami, entrando no BBB, atingindo seu auge como Influencer, seu sonho.

É difícil falar individualmente das atuações dentro da novela, visto que os atores foram exuberantes. Cláudia Abreu (Felipa), Tony Ramos (Abel), Marcello Novaes (Jaques) e Aline Borges (Tânia) carregaram os seus personagens com um frissom único, sustentando a novela com seus nomes.

Não houve falhas nas interpretações todos foram perfeitos em seu trabalho. Quem não virou fã do Petter (Pedro Fernandes) ou bolou de rir com o Tenente Alan (Hugo Resende), tentando se tornar crente para conquistar sua amada, a Dona Jussara, a mãe possessiva de Marllon, vivida pela impressionante Vilma Melo.

Quem não ficou com raiva do Marllon, por ele ser muito certinho, mas fiel ao seu ser e ao seu sonho de ser PM, atuação massa de Humberto Morais, que no fim da novela, achou o amor em sua companheira de trabalho, vivida por Maria Joana, que entrou na novela para salvar o coração e o trabalho de Marllon. Também cito o “quarteto” formado pelo casais gay e lésbico, Ayla e Gisele, além de Breno e Caco (Bel Lima, Luana Tanaka, Gabriel Sanches e Pedro Alves) que mostraram não só a dificuldade de cuidarmos das próximas gerações, como superar os preconceitos que uma família formada por duas mães e dois pais podem viver, e dividindo isso com a vida profissional.

Davi, vivido por Rafael Vitti, e a Lutadora Barbara, vivida por Gio Cordeiro, que pareciam desassociado da história após o “toco” de Leona e Marllon, e que se encontraram em um encontro de almas dentro da história. Outro cara chato, mas que foi um mocinho clássico, Samuel, vivido por Juan Paiva, tanto lutou pela Boaz, que não só salvou a fábrica do pai, como terminou com a única que ele quis o tempo todo, Leona.

O enredo sofreu um pouco pela questão de dar uma estica , mas o foco da história, que era a relação de Leona com Sofia, foi algo resistente do início ao fim, dando uma coerência e mostrando quem eram as protagonistas. O fato de Leona namorar quase todo mundo, mostrou também que no foco não era a questão amorosa , mas a relação entre Leona e Sofia. Tanto que só após Conhecer sua mãe, Ellen , vivida pela brilhante Camila Pitanga, Sofia chamasse Leona de mãe, sendo ali, realmente o Gran finale da história.

Enfim, foi uma novela massa, que depois assistirei de novo, no Globoplay, mas pulando os capítulos do meio, pois foi só “barriga” para a novela alcançar os capítulos pedidos pela Globo para dar tempo de exibir Coração Acelerado, sem problemas.

Dona de Mim foi uma novela: ⭐⭐⭐⭐

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