Depois de anos tendo que ceder o lugar, Rubens Barrichello viu o destino lhe dar uma chance única de “limpar sua história”. De 2000 à 2005, o Rubinho se viu como segundo piloto da Ferrari, dividindo equipe com a lenda Michael Schumacher. Em determinados momentos, como no GP da Áustria em 2002, Rubens precisou ceder sua posição para Schumacher, que também não gostou da ordem externa da Ferrari, porém ambos executaram, um dos momentos mais vergonhosos da história da Formula 1. Entretanto, em 2010, quando Michael Schumacher estava na Mercedes, e Rubens Barrichello, na Williams, com ambos já distante das primeiras posições, o destino permitiu que existisse um “pega” entre os antigos companheiros. Com o carro mais inteiro, Rubinho teve a chance de deixar Schumacher para trás, porém o heptacampeão mundial, não iria permitir fácil a ultrapassagem , e jogou Rubens no muro, todavia com a vontade que estava, nem o muro evitou de Rubinho lavar a alma.


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