Odete Roitman já estava no Copacabana Palace, era o seu último dia no Brasil antes de mais uma viagem para a Europa. Ela não sabia, porém desconfiava, mas várias pessoas desejavam a sua morte.
Em seu quarto, primeiramente, apareceu Maria de Fátima, que apenas esbravejou contra a vilã. Logo depois, veio Celina, que quis a matar, mas no último instante não conseguiu atirar, deixando a arma no local. Por último, Heleninha atira, mas bêbada como estava, acerta apenas a parede.
Com medo de morrer, Odete chama Jarbas, seu motorista, para ir embora para outro lugar, de onde ela sairia antes de viajar. Eficiente, Jarbas a atende.
Odete já pegava as malas, quando ver Jarbas apontando à arma para ela. Ela ri e pergunta o que estava acontecendo ali. Jarbas afirma que era grato por Odete ter dado a promoção para Consuelo, mas caso ela morresse, o poder de Consuelo iria aumentar, pois ninguém ousaria desconfiar de Consuelo no assassinato. Odete suplica para Jarbas abaixar a arma. Jarbas dá um sorriso e atira, sem dó, nem piedade, executando Odete.
Antes de morrer, Odete suplica: “Porquê, Jarbas?” Jarbas sorri e afirma: “Jarbas é o caralho! Meu nome é Zé Pequeno!”
Odete morre.
Jarbas, com ajuda de seus parceiros sujos da polícia, consegue apagar das imagens das câmeras, a sua presença no quarto de Odete.
Após o assassinato de Odete, Zé Pequeno mantém sua vida pacata como Jarbas, e sem ninguém desconfiar, que aquele baita cidadão é o verdadeiro assassino de Odete Roitman.



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