Dexaketo

Simplesmente Gaiato

Leazinha e o Fantasma

Em uma certa madrugada, Leazinha acordou para beber água, e no caminho para a cozinha, escutou passos. Assustada, retornou para cama. Ela não tinha ideia o que seriam aqueles passos. Amedrontada, encobriu-se completamente por seu lençol.

Na manhã seguinte, seus pais, seu Bernardo e dona Luiza, perguntam se a filha tinha dormido bem. Leazinha afirma que sim, apesar das olheiras enormes que eram visíveis de longe. Os pais acreditavam que a filha tinha passado a noite mexendo, escondida, no celular. Entretanto, não passava na cabeça deles, que era algo sobrenatural que amedrontavam a pequena menina.

No colégio, Leazinha resolveu contar para João, seu melhor amigo, o que tinha vivido na noite anterior. Ele achou que ela estava a delirar ou que tinha confundido passos de seus pais com os de fantasmas. Leazinha enfureceu por seu amigo não acreditar nela.

Na madrugada da noite seguinte, Leazinha não temeu, foi para sala esperar o fantasma. Entretanto, o tal não apareceu. E assim foi pelos 30 dias seguintes, Leazinha dormindo no sofá, esperando pelo fantasma que a assustou… e nada!

Depois de tanto insistir, Leazinha desistiu daquela história. “Não tinha fantasma nenhum, eu estava era doida!”. Ao ver que Leazinha tinha parado de persegui-la, a fantasma voltou a sua rotina de passear por aquela casa.

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