Em 2017, ingressei como estagiário no BNB Clube, e logo de cara, tive a honra de trabalhar no Vôlei Feminino ao lado de Adriano Gurgel e Eurípedes Gurgel. Mas algo me impressionou, aquele time era muito bom. Apesar da juventude das meninas era notável que ali haviam craques, e não à toa, por longos 8 anos, aquela geração ostentou o melhor resultado do clube em CBI’s de Vôlei Feminino.





No ano seguinte, 2018, o time se reforçou, e todas as equipes da base saíram arrastando títulos, o do Juvenil, por exemplo, foi campeão invicto e arrastão cearense.
Essas meninas cresceram e saíram arrastando títulos pelo Brasil.
Nesse ano de 2025, ao final da fase regional da Superliga C, essa geração talentosa ostentou 3 títulos! Todos invictos!



Em São Luís, pela UNIFOR, enfrentando o BNB Clube, podemos citar nomes que fizeram história naquele fim de década como Bruna Carvalho, jogadora que já atuou uma temporada completa na Superliga A com a camisa do Brasília, uma temporada perfeita em Portugal, além de eleita melhor jogadora do Cearense em todas as categorias possíveis e impossíveis. Uma das melhores que já vi atuar. Além dela, Bianca e Barbara, jogadoras que eram protagonistas em anos de BNB Clube, tanto em CBI’s quanto em Cearenses e também na UNIFOR. As duas eram impiedosas em seus ataques. A garra de Barbara e a maestria de Bianca era bonito de se ver. As gêmeas Renata e Rebeca, que tanto brilharam na areia, quanto em ótimas passagens pelo BNB Clube. Renata, por exemplo, foi capitã do último título cearense adulto. Enquanto Rebeca, brilhava na base, principalmente, com os levantamentos certeiros no time campeão arrastão de 2018.
Em Recife, o invicto campeão ADES, tinha Paloma Gissoni, simplesmente, uma das jogadoras que mais atuou pelo BNB Clube em CBI’s. Capitã, patrocinadora, influencer, líbero, levantadora, ponta e um nome que faz parte da história do BNB Clube.
Enquanto isso, em Sorriso, no Mato Grosso, o ASCADE, tinha Joyce e Isadora, dupla dinâmica desde o colégio Batista, passando por anos de BNB e atuação em Superliga B pelo Ceará. Com certeza, Isadora aplicou uma de suas jogadas perfeita de “bola de segunda”, e Joyce fez as defesas chorarem com seu ataque. Se uma só faz um rebuliço danado, as duas juntas, é festa para o time que jogam.
Sinceramente, é muito bom ver que as meninas daqueles times, que colecionavam vitórias e lances inesquecíveis na Quadra Eurípedes Gurgel, continuam por aí, fazendo o que melhor sabem fazer – Jogar vôlei.
Na fase final da Superliga C, elas vão se encontrar, e óbvio, que vou torcer para todas chegarem na Superliga B. Parabéns pelo títulos, meninas!


Deixe um comentário