Me desfaço das fantasias
Para tentar viver o mundo real.
Jogo no lixo as poesias
E me encontro no modo banal
Nada precisa fazer sentido
Apenas acordar, comer e dormir
A máquina me manipula
Mas é o jeito… a vida é assim!
Eles podem viajar…
humilhar…
e até matar!
O mundo é deles
Nós somos apenas mão-de-obra
Não viva, somente agradeça ser um ponto no nada


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