No vento uivante que assopra o sertão,
Há um chamado antigo, livre e audaz,
Que traz no peito o fogo da razão,
E na alma a luz de um sonho a vibrar.
A liberdade é gaivota no mar,
Que enfrenta o céu sem medo ou prisão,
Seu voo é um canto, um grito a clamar,
Por uma vida feita em perfeição.
Mas junto à brasa que a paixão inflama,
O coração se torna chama pura,
E ergue-se forte, destemido em sua lama.
Liberdade e paixão dançam na altura,
Duas forças que transbordam o ser,
Pois nelas vivem tudo o que reflete a essência.


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