Eram meio-dia, a fome já lhe batia, entretanto, sua hora de almoço eram às 13 horas. Ele não aguentava mais, já estava ficando azul de tanto que seu estômago exigia comida. Uma companheira de trabalho perguntou o que estava ocorrendo, entretanto, ele não conseguia nada dizer. A dor já estava insuportável, o relógio parecia não andar. Dava 5 da tarde e não chegava a bendita 13 horas. São Lula, São Zagallo, Nossa Senhora de Fátima, tudo o que remetia à 13, ele já estava suplicando, para no relógio marcar aquele horário. 12:50 era sofrimento, 12:55 era um sofrimento que estava passando, 12:59 é agora.. 13 horas! Como uma flecha, ele correu para o refeitório e desbravou sua fria, porém suculenta marmita. Muitos o questionava, porque não esquentava a marmita, entretanto, era uma mania nada saudável dele. às 13:05, já não havia mais nada no prato… O seu sofrimento passava a ser, pensar nas 17 horas, a hora de ir embora, porém agora de buxo cheio, a vida era mais fácil, feliz e incrível.


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