Os guardas aparecem com o Príncipe. Ele ao ver Vicente, corre em sua direção, acertando-o com uma facada no braço direito, mas o objetivo era o coração de seu “ex-amigo”, porém Vicente conseguiu desviar. O Batab ficou louco ao ver seu braço ferido, então se direcionou até o Príncipe, tomou-lhe a faca, enfiou esta, na barriga de seu novo rival, que não resistiu ao golpe certeiro e morreu. Se não bastasse isso tudo, a fúria de Vicente o fez carregar o corpo do Príncipe para rua. Com o corpo já jogado em meio aos populares, Vicente decreta:
_Sacrifiquem este corpo ao seu Deus.
Depois disso, ele entra na Sede para cuidar do ferimento e comer chocolate.
Carolina derrete-se em lágrimas ao ver o corpo do Príncipe, ali, sem vida. Para evitar o sacrifício, ela rouba o corpo dos populares, levando-o para o “quartinho” aonde ela estava alojada.
Já no quartinho, ao ver o corpo daquele que tanto lhe ajudou vestido de morte, as lágrimas que corriam de seus olhos, se tornavam fermento para seu ódio, ódio àquele que um dia ela já amou. Como forma de demonstrar isso a si mesma, ela passou dois dedos na ferida do Príncipe e passou-os depois em seu rosto, criando uma espécie de marca, que combinava com os olhos vermelhos que ela estampava em seu rosto naquele instante.
Alessandra e Guarniejez arquitetavam um plano para salvar Carolina e o Príncipe, em local aonde não sabiam do ocorrido com o Príncipe, quando, de repente, eles veem o asteca de Vicente e um exército passando pela região. Após verem tal cena, eles foram até Vicente para tentar evitar o fim dos maias.
Alguns breves minutos, na sede, Carolina com a marca do sangue do Príncipe no rosto invade a sala do trono de Vicente e o desafia. Vicente rir e diz:
_Vosmecê és uma princesinha que nunca fez nada da vida. E o que foi? Quer ‘vingancinha’ ao seu ‘noivo’ morto? Ah, vai dormir!
Quando ele se vira, ela o ataca e diz:
_O que foi? Tá com medinho de perder para uma ‘princesinha’?
Ele se solta e diz:
_Está bem! Quem vencer se torna o batab. E este combate só cessa com morte!
Ele pega uma faca e os dois começam a travar o “duelo do amor” em nome do poder e do ódio.
Alessandra e Guarniejez chegam à sede, mas os guardas não os deixam entrar. Alessandra tenta seduzir estes e consegue. Guarniejez entra, enquanto Alessandra mostrava as pernas. Quando Alessandra chegava em área erógena, ela engana os guardas, não mostra nada e entra. Os guardas a persegue.
Enquanto isso no duelo do século, Vicente e Carolina travavam um duelo digno de dois guerreiros do século X. Tanto Vicente se surpreendia com a filha de seu suserano, quanto ela se surpreendia com o camponês. Vicente consegue derrubar a faca da mão da bela, quando daria o golpe final, desiste e beija sua amada, como nunca a havia beijado antes.
Quando o beijo chegava ao seu primeiro minuto, Guarniejez chega à sala e anuncia:
_ Haverá um ataque asteca!… Hummmmmmm! Safadinhos!
Vicente e Carolina param o beijo e fingem nojo. Vicente, com raiva, pergunta:
_Como entrou? E como assim ataque asteca?
Alessandra entra e diz:
_Vimos seu homem de confiança chegando com um exército de astecas, já que ele é um. Ele quer te derrubar, mas não só você! Ele quer ampliar o domínio asteca na região. Eles querem o fim do povo Maia.
Quando Alessandra termina de falar a última palavra, escutam-se palmas e risadas… O que seria aquilo?


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