Luiza pede para Dona Adelina para morar com ela, entretanto, dona Adelina pergunta para Luiza se ela chegou a ver o vídeo que sua mãe, Leazinha, a enviou antes de sumir. Luiza afirma que não quer saber de uma mulher que a abandonou. Dona Adelina pergunta a Luiza se ela lembra bem quem ela e Bernardo eram antes de todas as coisas ruins que ocorreram nos últimos dias. Luiza pede para sua avó sair de sua casa, pois a última coisa que ela precisava naquele momento era de sermão. Adelina passa a mão sobre o rosto de Luiza e afirma: “Você é jovem, ainda pode tomar um rumo diferente do que parecia tomar. Entretanto, você precisa entender o quanto errou com todo mundo. Você era uma pessoa absurdamente insuportável! Mas eu sei que você irá mudar.” Adelina vai embora enquanto Luiza se tranca no quarto para fazer uma auto análise de si própria.
No dia seguinte, na hora do café, Luiza pergunta para a governanta se ela era tão insuportável assim. A governanta, com medo de perder o emprego, afirma que não. Luiza sorri e exclama: “Não precisa ter medo, eu não vou lhe demitir! Eu só quero um pouco da verdade, preciso, sabe!” A governanta, então, resolveu desabafar e afirmou que nunca viu um ser humano tão insuportável, mal educado, mimado, e desprezível quanto era a Luiza há pouco tempo. Luiza poderia começar a chorar após ouvir como ela era, mas apenas riu. Após o desabafo da governanta, Luiza saiu conversando com todos os funcionários da casa, e onde ouviu mais palavrão foi de Roque.
Passam-se alguns dias, Luiza já havia se adaptado ao fato de não ser mais a aluna mais popular. Após os dias de reflexões, Luiza passou a ver o colégio como apenas um lugar para estudos. Era muito difícil ela fazer amizades, visto o quão cruel ela foi com tanta gente naquele colégio. Não era possível mudar de colégio naquele momento do ano, então Luiza se adaptou às mudanças.
Uma certa tarde, Luiza já estava voltando para casa, quando…


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