Dexaketo

Simplesmente Gaiato

Uma Hipotética História de Amor – Capítulo 4

Ao chegarem na casa de Elba, Bernardo e Luiza se deparam com Edgar sendo preso e Elba revoltada com a filha por ter denunciado o próprio pai para a polícia. Bernardo pergunta se Elba sabia que Edgar molestava Leazinha, Elba para ele não se meter na conversa. Leazinha gritou que Edgar não a molestava apenas, como também os seus irmãos, Eduardo e Edmundo. Bernardo pergunta como Elba não o denunciou antes. Elba começa a murchar e no canto da parede, grita: “Ele me faz gozar!” Luiza se mete e revoltada também grita: “Tu permitia teu macho molestar tuas crianças, só porque ele te fazia gozar?” Elba replica que tudo na vida tinha um preço. A polícia exige que Elba entregasse o celular dela e o notebook. Elba se recusa. O Policial toma da mão dela. Edgar berra que os policiais vão o matar. Os policiais afirmam que não fariam isso, e explicou que exigia o celular e o notebook, pois Leazinha denunciou que ele tirava fotos deles e republicava em um grupo de pedófilos. Nesse instante, Leazinha toma a arma do policial e dá dois tiros na cabeça de Edgar. O policial suspira: “Que pena! Não posso a prendê-la, é de Menor!” Nesse instante, a polícia vai embora, mas levando os celulares (de Edgar e Elba) para averiguação dos materiais e para pegar mais pedófilos.

Ainda com a arma na mão, Leazinha apenas ri do que fez. Elba chora diante o corpo de Edgar. Edmundo e Eduardo vibram com a morte de Edgar, e correm para Bernardo, quem eles consideravam pai. Elba jura vingança por tudo aquilo. Leazinha chega apontar a arma, mas atirar na mãe não dava. Luiza toma a arma da mão de Leazinha e atira sem pena em Elba. Leazinha pergunta porque ele fez aquilo. Luiza afirma que não tinha dó de “alcoviteira de vagabundo”. Leazinha grita que ela matou sua mãe e Luiza grita que Leazinha matou o próprio pai. Leazinha berra que seu pai era Bernardo. Os vizinhos começam a se amontoar. Naquele instante, Bernardo coloca todo mundo no carro de Luiza, inclusive os corpos de Elba e Edgar, e acelera até um terreno baldio, aonde jogam os corpos.

Já à noite, o climão era evidente entre Leazinha e Luiza. Bernardo tenta costurar um acordo entre as partes. Leazinha solta uma frase típica dos adolescentes: “Eu ou ela, escolhe!” Luiza disse que nem precisava estar ali. Bernardo pede para as duas se acalmarem, pois as duas eram assassinas agora, e eles que tinham que dá um jeito para ninguém saber do que havia ocorrido. Logo, todo mundo promete silêncio total sobre o ocorrido. Luiza resolve ir embora. Bernardo pergunta se ela ficaria em silêncio e se ela toparia o ver no dia seguinte. Luiza ri, aceita as propostas e vai embora. Leazinha faz cara feia e afirma que vai embora, se aquela morar ali com seu pai. Bernardo fala que eles não vão namorar, mas apenas reviver um momento gostoso. Leazinha vai brava para seu quarto. Bernardo coloca Eduardo e Edmundo para dormir em um quarto que sempre projetou para os meninos, mas que nunca havia sido usado (Elba não permitia a visita dos meninos ao “pseudopai”)

Depois de um dia tão intenso, Bernardo foi dormir.

No dia seguinte…

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