Novamente
O sangue de Cristo escorre
Para relembrarmos
O Quanto cruel nós somos.
O povo clamou
E o seu “fim” se realizou
Quem pregou o amor
Morreu por quem o matou
Seu poder
Não estava nos milagres
Estava na capacidade de amar
Os mesmos que o mataram
Ainda falam em seu nome
E seguem a mata-lo todos os dias!


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