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A Saga de Botafogo, Vasco e Cruzeiro na Super Série B

Todo mundo sabia que esta edição da Série B era a MAIOR DE TODOS OS TEMPOS. Botafogo, Vasco e Cruzeiro já sabiam que não teriam vida fácil no torneio, principalmente, os mineiros, pois já estão em sua segunda “Segundona” seguida. Os cariocas, que não são nenhum novato na Série B, passearam nas últimas participações, até mesmo, em campanhas que não renderam títulos, porém, dessa vez não seria, e não está sendo, como nas outras.

Para começo de conversa, a Segundona não tem nenhum “gato morto”. Todos os participantes tem alguma experiência em torneios nacionais, podemos citar, por exemplo, Guarani e Coritiba, campeões brasileiros, ou clubes como Ponte Preta, Vitória, Goiás, Avaí e Náutico, que possuem históricos de participações na elite. Isso sem falar em clubes com tradição local e na própria Série B, como CRB, CSA, Sampaio Corrêa, Remo e Vila Nova. Até mesmo o Brusque, que tem apenas 1 participação em Série B antes da atual edição, veio ganhando maturação em disputas de divisões inferiores.

Em 20 rodadas desta edição, em apenas 1 delas, fechamos com 1 dos 3 “bonitões” dentro do G-4, o Botafogo ainda na 3ª Rodada. O Cruzeiro, por exemplo, ficou várias rodadas na Zona de Rebaixamento, mesmo sem punição de 6 pontos, como ocorreu no ano passado. Já o Vasco parece ter medo do G-4, visto que sempre ao aproximar-se da zona de classificação, o clube engata uma sequência ruim e se distancia novamente.

Atualmente, a Série B apresenta um clássico equilíbrio entre seus participantes. Mesmo o Coritiba, que hoje lidera e está a várias rodadas no G-4, não é possível confirmá-lo na Série A do ano seguinte ainda, pois apesar da folga que tem tabela, também apresenta inconstâncias dentro do jogo.

A possibilidade de Vasco, Botafogo e Cruzeiro de subirem juntos é quase impensável nesse momento do campeonato, principalmente, pela irregularidade deles. Até mesmo o Botafogo, que se ajeitou e vem apresentando um futebol melhor, corre o risco de permanecer na Segundona para 2022. A possibilidade de subirem 2 ou apenas 1, é a possibilidade mais viável, pelo que vem apresentando o campeonato. O risco de nenhum subir também há, porém é difícil imaginar que isso ocorra, mas, matematicamente, é mais provável não subir nenhum do que subir os três.

Faltam 18 rodadas e ainda tem muita coisa para ocorrer na Segundona, o que vai acontecer, só Deus sabe. Nós seguimos aqui, acompanhando a saga do trio de “marajás” nacionais que buscam seu retorno entre os melhores clubes do país.

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