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Um Pouquinho de Amor Não Faz Mal a Ninguém – Capítulo 12

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No fim daquele dia, chamei Seu Renato, Dona Patrícia, Bernardo e Marcela para irem lá em casa, fazer uma social. Chamei meus “novos pais”, mas Seu Nelson e Dona Marcília estavam num avião para Paris, iam comemorar 40 anos de casados. Estava tudo indo bem até que Jon apareceu na minha porta. Eu tentei fechar, mas ele sempre foi mais forte do que eu. Após me derrubar, perguntou o que fiz com o “velho” para ele me dar uma casa, eu desesperada pedia para ele sair dali. Naquela hora, chegou Bernardo e Marcela. Jon riu e disse que entendeu tudo. No exato momento que ele cala a boca, Marcela pediu para Jon se retirar, antes que meu “irmão” desse sua costumeira risada, Marcela, que era campeã de Jiu Jitsu, deu uma rasteira nele e o imobilizou. Como ela percebeu que ele estava armado, pediu para Bernardo retirar a arma que estava na cintura dele e o apagou em seguida. Apagado, Marcela o carregou até a lixeira do condomínio e o jogou lá. Ele não estava morto, mas pelo menos, ia sentir um pouco do que faz com os outros. A arma, ela entregaria ao seu pai, policial militar. Eu falei que Jon rápido teria outra arma legalizada e continuar botando o terror. Ela disse para eu não me preocupar, ela tinha também seus métodos obscuros para combater “playboy safado”. Após o terror, Jon, sem arma, resolveu voltar pra casa, enquanto isso, eu e meus “parças” curtimos com séries e vinho aquela noite, que ficou maravilhosa, após o “diabo” ir embora.

Um certo tempo passa, meu dia estava metade para a UNIFOR e a outra metade para o escritório das lojas. Era bastante corrido, mas bem gratificante. Além disso, tinha o apoio de meus novos pais e do “povo do Bernardo” para eu me manter de pé, apesar das dificuldades. Seu Nelson sempre queria aumentar minha “mesada”, eu aceitava, mas sempre disse que o pagaria depois. Não conseguia ter saudades da minha família, acho que a crueldade deles comigo apenas por eu ser lésbica, me magoou demais. Sei que eu os perdoaria um dia, mas não naquele momento.

No fim da noite de uma sexta-feira, eu já estava pronta para “namorar minha cama”, quando Bernardo e Marcela me chamaram para ir curtir a noite com eles na Varjota. Eu disse que já eram quase 22 horas, mas eles não estavam nem aí, deixaram de me aperrear no whatsapp e bateram na minha porta. Eles me convenceram e eu fui… Ainda bem… Porquê? Leiam o próximo capítulo que eu digo.

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