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O RETORNO DE BORAIEV – CAPÍTULO 6

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Na aldeota já “boraievada”, Boraiev resolveu atacar políticos e gente influente. Era hora de sair das “entocas”, era hora do “Rei” aparecer! Luiza era a chave que ele precisava para ter acesso ao reduto do poder alencarino. Ele pede para ela o colocar diante o Governador, o prefeito e uma digital influencer que toda a Fortaleza conhecesse. Nem só de sangue, se vive um vampiro.

Algumas horas depois, Bernardo volta com algumas manchetes de jornais para Leazinha e fala que as mortes relatadas são parecidas com mortes causadas por vampiros, apesar do jornal culpar as facções. Leazinha analisa as notícias e compara com o que é dito na lenda. Ela repara que, nas mortes relatadas com fotos, todos os assassinados possuem marca de mordida de dentes caninos no pescoço. Bernardo e Leazinha pensam o mesmo. Eles estavam diante a presença de casos de vampirismo na cidade. Leazinha, imediatamente começa a procurar algo na lenda que fale como deter esse demônio ou como invocar a Deusa da Lua, que o derrotou na primeira vez. Bernardo, que nunca gostou de história, diante aquele fato como a ajudar sua irmã.

À noite, Boraiev se reúne com o governador, o prefeito e a digital influencer. Ele não era, naquele instante, um vampiro perigoso, mas um investidor europeu que buscava vantagens para instalar um grande empreendimento na Monsenhor Tabosa. Tudo rola tranquilo, até que vem um suculento camarão ao alho durante o jantar. Boraiev se irrita: “Que infeliz pediu alho?” A influencer o chama de fresco. Imediatamente, o plano 2 é acionado. Sim, o investidor voltava a ser um perigoso vampiro. Os três são mordidos e todos viram escravos de Boraiev, nenhum morto, ele queria eles para atraírem mais pessoas, e sempre, sem escândalos ou qualquer coisa que chame muita atenção.

Enquanto isso, no “batalhão do Poderoso Exército”, Luiza encontra livros que Boraiev pretendia queimar, todos sobre magias e lendas antigas. Ela escreve o nome destes e salva no celular, pois daria muito na vista ela com os livros, então ela os leriam em alguma versão PDF que encontrasse na internet. Ela não pretendia ser escrava por toda eternidade de Boraiev.

Já de madrugada, Leazinha já dormia em cima dos livros, quando Bernardo encontra algo: “Eureka!” – Ele berra à ponto de acordá-la! Ela pergunta o que foi… E eu só direi o que ele disse no próximo capítulo!

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